Crisp

A Crisp usa o balanceamento de carga da Cloudflare para melhorar o desempenho global da aplicação de relacionamento com o cliente.

O Crisp é uma aplicativo de relacionamento com o cliente com base em SaaS, que fornece aos clientes funcionalidades como caixa de bate-papo, respostas a e-mail e painel do operador para responder rapidamente a consultas de clientes. A Crisp é voltada para os mercados não penetrados do Leste Europeu, da Ásia e do Oriente Médio, onde não existe uma solução de relacionamento com o cliente ou os clientes precisam substituir tecnologias herdadas caras e ultrapassadas.

O desafio da Crisp: garantir um desempenho global e manter a infraestrutura local

À medida que crescia, a Crisp queria minimizar as despesas adicionais mantendo a infraestrutura sediada na Europa, mas sem deixar de oferecer uma plataforma de alto desempenho aos clientes. Valérian Saliou, CTO da Crisp, explicou: “Inicialmente, tínhamos muitos problemas com latência na Ásia, porque o conteúdo dinâmico da nossa aplicação de bate-papo demorava para ir e voltar entre o usuário e nossos servidores na Europa. Estamos usando o CDN da Cloudflare desde o primeiro dia. Isso nos ajudou imediatamente a melhorar a entrega de ativos estáticos em alguns segundos. No entanto, ainda queremos otimizar a entrega do conteúdo dinâmico por meio de uma solução que nos permita manter a infraestrutura europeia”.

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A solução da Crisp: um Load Balancer global baseado na nuvem

Quando a Crisp viu a oferta Load Balancing Early Access da Cloudflare, entrou para o programa para tentar utilizá-lo a fim de diminuir a latência observada com o conteúdo dinâmico. O balanceamento de carga global da Cloudflare roteia os clientes da Crisp para o servidor de origem mais próximo deles. Além de reduzir a distância que o conteúdo precisa percorrer, também permite uma terminação criptográfica mais perto do usuário final, garantindo latência mínima para ele. Os resultados foram melhores do que a Crisp esperava. “Quando implantamos o balanceamento de carga da Cloudflare”, explicou Saliou, “para rotear o tráfego entre todos os nossos servidores websocket (com túnel para a infraestrutura principal por meio de uma VPN), imediatamente recebemos mensagens de clientes na Ásia e na Oceania nos agradecendo pela melhoria”. Com o balanceamento de carga, a Crisp viu o tempo de latência do conteúdo dinâmico diminuir em dois a três segundos. Além disso, com Health Checks e Failover integrados ao balanceamento de carga da Cloudflare, os clientes da Crisp desfrutam de desempenho contínuo sem restrições graças à capacidade da Crisp de monitorar a integridade dos servidores websocket e transferir automaticamente o tráfego para servidores saudáveis quando um servidor apresenta desempenho ruim.

Quando a Crisp lançou sua API para o público, também foram observados os benefícios de Page Rules e de proteção contra DDoS da Cloudflare. “Nosso padrão é Cache Everything para ajudar a reduzir a largura de banda. Depois, usamos Page Rules para especificar exceções para nossa API e para TTLs diferentes para determinados serviços”, explicou Saliou. Além disso, a Crisp aproveita a proteção que tem para sua API com a proteção contra DDoS da Cloudflare. Saliou continuou: “Até o momento, interrompemos dois ataques que estavam tentando deixar nossa API off-line com o modo I'm Under Attack e não tivemos nenhuma interrupção no serviço”.

Saliou concluiu: “Mesmo se não considerássemos o custo, que foi um fator importante na tomada de decisão, a Cloudflare ainda supera os concorrentes em termos de serviço, integração e facilidade de uso”.

Crisp
Estudos de caso relacionados
Principais resultados

O balanceamento de carga global reduziu a latência para clientes internacionais em dois a três segundos

O modo I'm Under Attack mitigou ataques de DDoS sem qualquer interrupção no serviço

Escala com suporte internacional e manutenção de infraestrutura local

“A Cloudflare maximizou a qualidade do serviço e minimizou o tempo de resposta do serviço da Crisp. É a popularização da infraestrutura cara de rede para as massas. Não conseguimos mais viver sem ela.”

Valérian Saliou
CTO